• Joana Câncio

Micro Negócios

Atualizado: Mai 2

Podemos mudar a nossa visão e, para isso, basta pensar que quem iniciou um micro negócio é uma mãe, um pai, uma avó ou um tio que quer contribuir para a sua família e sustentar uma vida minimamente confortável.



Num mundo gerido maioritáriamente por grandes empresas, com pessoas de grande poder económico-social, existem também os micro negócios, com pessoas de grande valor e muito potencial.


Este é um tema que me afeta pessoalmente, porque venho de uma história familiar com profissionais independentes que lutaram e lutam ainda com grandes dificuldades para sobreviver numa sociedade onde a maioria da população opta pelos serviços de empresas megalómanas, por vezes estrangeiras e com preços competitivos, obviamente, porque têm poder para aquisições em massa e acabam por influenciar as famílias com orçamentos baixos a comprarem, muitas vezes erradamente, em locais de grandes volumes.

Podemos mudar a nossa visão e, para isso, basta pensar que quem iniciou um micro negócio é uma mãe, um pai, uma avó ou um tio que quer contribuir para a sua família e sustentar uma vida minimamente confortável. A maior parte das pessoas opta por trabalhar em grandes empresas para ter segurança e apoios, mas não é feliz. Também há quem seja! Mas a maior parte tem um sonho, uma visão. A maior parte não quer perder os primeiros passos do seu filho, ou dar apoio aos netos quando os pais estão a trabalhar incansávelmente para dar uma casa e educação aos seus filhos, porque de outra maneira ninguém tem uma cama para dormir. É uma visão dura? É. A maioria não vem de famílias abastadas, não tem casa própria e tem de trabalhar o triplo para ter metade do que noutros tempo era mais fácil de adquirir. Estamos a falar de necessidades básicas como comer, dormir e vestir. Já não comento viagens ou jantares fora que são, hoje em dia, um luxo para a maior parte das famílias.


Isto leva-me a outro tema, também dentro dos micro-negócios, que são as influencers e bloggers. É uma forma espetacular de ganhar dinheiro ou receber produtos, criando conteúdo e manifestando o nosso profundo gosto pela marca. Ah!! E se pudéssemos utilizar esta nossa influência para apoiar negócios familiares e cheios de alma? Se calhar poderíamos aumentar as nossas pesquisas profissionais e cobrar apenas a grandes empresas mega sustentadas e apoiar de uma forma altruísta as empresas pequenas que têm pessoas como nós por trás… Já a ser feito! A grande maioria de profissionais no mundo digital já tem este cuidado o que, para mim, é incrível!


Depois de estudar representação, tive uma loja em parceria, estudei muito para me formar em áreas como o Coaching estudando Feng Shui, Parentalidade Consciente…Criei uma família com muitos percalços pelo meio, vi os meus filhos crescerem, perdi algumas coisas por estar a trabalhar loucamente para ter uma casa e comida na mesa, criei outro negócio que depressa tive de fechar e fiquei desempregada como muitos dos portugueses. Sempre a cuidar da família, a estudar e a manter o espírito positivo. Criei novas formas de sobreviver, fui-me abaixo e levantei-me. Conheci pessoas incríveis e outras dispensáveis. Fui mal tratada e valorizada. Todos passamos por isto, não é? E aprendi. Aprendi que quero apoiar pessoas como eu. Que quero incentivar mais a economia local. A noção da proporção do nosso consumo não começa pelos preços praticados pelos comerciantes, mas sim pelas nossas necessidades.

Ficam as principais dicas de avaliação do nosso consumo pessoal e familiar:


  • Avaliar os consumos mensais. Como normalmente recebemos no final do mês, podemos partir daí para iniciar a contagem dos produtos que necessitamos de consumir. Fazer uma pesquisa na internet nos vários locais de aquisição e comparar valores e quantidades. Por vezes num sitio é mais barato, mas noutro, por mais 1€, compramos o que equivale a mais um terço de produto… Se calhar vale a pena, não? Normalmente só precisamos de fazer uma pesquisa profunda uma vez, para nos habituarmos e as seguintes já se tornam super rápidas.


  • Se tenho plafond para uma compra pessoal, posso optar por comprar num comerciante local. A tendência é despachar as tarefas todas no shopping, mas sabiam que nos shoppings também há micro empresas nacionais?


  • Encomendar on-line. As redes sociais hoje em dia são uma via muito forte para impulsionar as vendas de micro negócios, pelo que podemos receber os nossos presentes em casa por valores simpáticos e com a certeza de que estamos a fazer a nossa parte no mundo.

Vamos apoiar famílias como a nossa?


A It Market é uma marca deliciosa com peças trendy escolhidas com muito gosto. Clica na imagem para veres o IG da Marta:



A Maria da Luz Styling Decor tem um conceito incrível: molduras com luz. Para além de termos as nossas fotos favoritas maravilhosamente impressas e emolduradas, temos uma luz de presença que nos aquece o coração... Clica na imagem para veres o IG da Maria da Luz:



O Kula é um jogo para toda a família que promove a confiança, o auto-conhecimento e a comunicação consciente (entre outros). Liga-nos ao nosso lado espiritual de uma forma prática e divertida! É o preferido cá de casa. A marca é portuguesa e a um preço acessível.

Clica na imagem para veres o IG da Tribo Kula:



Somos fãs da Lemon Hair Lovers há uns anos e adoramos as suas propostas em acessórios. Somos muito felizes com as suas bandoletes que já são a imagem de marca mãe/filha da nossa família. Clica na imagem para veres o IG da Lemon Hair Lovers:



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